5/05/2011

PRIVATIZATION OF TAP – RISKS AND OPPORTUNITIES FOR CAPE VERDE

Portugal before the end of this year should privatize, besides other public sector companies , also the TAP.

The obligation of privatization enters in the plans signed yesterday in Brussels between representatives of the Portuguese Government resigned and representatives of the European Union, delegates to assess the extraordinary financing lease of 78 billion of euro, which are needed to Lisbon to balance the public budget and to ensure the continuity as a member of the European Community.

The TAP which has its headquarters in the Centre of Lisbon Airport, travels to 75 destinations in 33 countries worldwide and has a fleet of 53 Airbus of aircraft production.
Among main destinations connects with scheduled flights from Cape Verde and therefore its privatization could produce important consequences  to the communications system of the archipelago of Cape Verde. 

The following four possible musings about what could happen: 
  1. The privatization of TAP would also accelerate the privatization process of TACV. Currently the Government at Praia  has not yet clarified and outlined the timing and form of this operation which was announced during the recent election campaign, but due to the conditions set yesterday in Brussels for the granting of the bridging loan to Portugal, now the games should come out. The TACV, after the privatization of TAP would fail to be competitive in prices and quality of services offered by a private European company managed by privates and organized according to the rules of the "free market". Hence the need to prevent a safe default through the operation of the capeverdian company's privatization.

  2. With the privatization of TAP would terminate the "privileges" reserved to the Portuguese company for air communications with Cape Verde (valid agreements since 1975, following the end of the Portuguese colonization), starting a healthy and joint competitiveness between all operators in the sector of air navigation, which could lead, as a result, the initiation of low-cost links, particularly with Europe

  3. TAP unlike TACV, is part of a major global alliances (Star Alliance) which has as its objective the facilitation of air links between companies from different countries and, once privatized will definitely optimize even better code sharing processes, and everything else associated with development intended to increase the number of links and passengers transported. An improvement of the quality of these processes could push Portuguese company to produce its own and independent low cost airline to be allocated primarily to links with tourist destinations like Cape Verde, the Canary Islands, Red Sea and the Caribbean

  4. Among the main big aviation that have already expressed interest in buying the Portuguese company is TAM (also belonging to the Star Alliance network), the Brazilian airline communications giant. If things should go in this direction it is legitimate to assume that Cape Verde will be competitive, whether in terms of cost and quality of handing in support services, and also for the fact of being about halfway between Europe and the South American continent could benefit from considerable economic and strategic advantages

The TACV  face scenarios that arise with the privatization of TAP and must necessarily be "reorganized" .
Now the Government, which on the one hand stands the right problem of the possible repercussions in terms of the layoffs of some employees, layoffs are inevitable to give the course a serious process of "restructuring" of the airline company (there are over 800 employees of TACV) must necessarily take on heavy responsibilities.

The times imposed by Brussels, to the privatization of TAP are categorical: no later than 2011.


Renato Evarchi

PRIVATIZAÇÃO DA TAP – RISCOS E OPORTUNIDADES PARA CABO VERDE

Portugal até ao final do corrente ano deverá privatizar, além de outras empresas do sector público, também a TAP.

A obrigação de privatização insere-se nos planos assinados ontem em Bruxelas entre representantes do governo português demissionário e representantes da União Europeia, delegados para analisar a concessão de um financiamento extraordinário de 78 mil milhões de euros, que Lisboa necessita para equilibrar o orçamento público e  garantir a sua permanência no seio da Comunidade Europeia.
A TAP que tem sede no aeroporto de Lisboa, viaja para 75 destinos em 33 países do mundo e tem uma frota composta por 53 aviões de produção Airbus.
Entre os principais destinos liga com voos regulares de Cabo Verde e, portanto, sua privatização poderá trazer importantes consequências  para o sistema de comunicações do arquipélago de Cabo Verde.

A seguir, quatro reflexões possíveis sobre o que poderá acontecer:
  1. A privatização da TAP poderia também acelerar o processo de privatização da TACV. Atualmente o Governo na Praia ainda não esclareceu nem delineou os tempos e a forma desta operação que foi pré-anunciada durante a recente campanha eleitoral, mas devido às condições definidas ontem em Bruxelas para a concessão do empréstimo a Portugal agora os jogos deveriam ficar a descoberto. A TACV, após a privatização da TAP nunca mais conseguiria ser competitiva em termos de preços e a qualidade dos serviços oferecidos por uma companhia europeia gerida por privados e organizada de acordo com as regras do "mercado livre". Daí a necessidade de prevenir  um padrão seguro através da operação de privatização da empresa Cabo Verde.
     
  2. Com a privatização da TAP terminariam os “privilégios” reservados à companhia de bandeira portuguesa para as comunicações aéreas com Cabo Verde (acordos em vigor desde 1975, após o fim da colonização portuguesa), dando início a uma competitividade saudável e participativa entre todos os operadores do sector da navegação aérea, que poderia conduzir, como resultado, o início das ligações de baixo custo, particularmente com a Europa

  3. A TAP ao contrário da TACV, faz parte de uma das maiores alianças mundiais (Star Alliance), que tem como objectivo a facilitação das ligações aéreas entre companhias de diferentes países e, uma vez privatizada saberá seguramente optimizar ainda melhor  processos de código “sharing”  e tudo o que estiver associado ao desenvolvimento destinado a aumentar o número das ligações e dos passageiros transportados. Uma melhoria da qualidade desses processos poderia empurrar companhia portuguesa para produzir sua própria e independente companhia aérea de baixo custo para destinar principalmente as ligações com as localidades com destinos turísticos, como Cabo Verde, as Ilhas Canárias, o Mar vermelho e as Caraíbas.

  4. Entre as maiores do sector aéreo que já manifestaram interesse na compra da companhia portuguesa está a TAM (também esta pertencente ao grupo da Star Alliance), ou seja, o gigante  das comunicações aéreas brasileira. Se as coisas forem neste sentido é legítimo supor que Cabo Verde saberá  tornar-se competitiva, quer em termos de custos de taxas aeroportuárias e de qualidade serviços de assistência, até pelo facto de se encontrar a meio caminho entre a Europa e o continente sul-americano, poderia beneficiar de consideráveis vantagens económicas e estratégicas. 
A TACV perante os cenários que surgem com a privatização da TAP devem necessariamente de se "reorganizar".
Agora o governo, que por um lado está o problema das possíveis repercussões em termos de demissões de alguns funcionários, as demissões são inevitáveis para dar o curso um grave processo de "reestruturação" da companhia aérea (existem mais de 800 funcionários da TACV) deverá necessariamente assumir pesadas responsabilidades.

Os tempos impostos por Bruxelas, para a privatização da TAP são categóricos: até 2011.

Renato Evarchi

4/30/2011

PRIVATIZZAZIONE DELLA TAP – RISCHI ED OPPORTUNITA’ PER CAPO VERDE

Il Portogallo entro la fine del corrente anno dovrà privatizzare, oltre ad altre aziende del settore pubblico, anche la TAP.

L’obbligo della privatizzazione rientra nei patti siglati ieri a Bruxelles tra gli esponenti del governo portoghese uscente e i rappresentanti della Unione Europea, delegati a valutare la concessione di un finanziamento straordinario di 78 miliardi di euro, che necessita a Lisbona per risanare il bilancio pubblico e per potersi garantire la continuità della permanenza all’interno della comunità europea.

La TAP che ha sede presso l’hub dell’aeroporto di Lisbona, viaggia verso 75 destinazioni in 33 paesi del mondo e dispone di una flotta composta da 53 aviogetti di produzione Airbus.
Tra le principali destinazioni collega con voli regolari Capo Verde e pertanto la sua privatizzazione potrebbe produrre conseguenze non indifferenti per il sistema delle comunicazioni dell’arcipelago capoverdiano.

Di seguito quattro possibili riflessioni su quanto potrebbe accadere:

  1. La privatizzazione della TAP porterebbe ad accelerare anche il processo di privatizzazione della TACV. Attualmente il governo Praia non ha ancora chiarito e delineato i tempi e la forma di questa operazione che è stata preannunciata durante la recente campagna elettorale, ma viste le condizioni poste ieri da Bruxelles per la concessione del prestito ponte al Portogallo, ora i giochi dovrebbero uscire allo scoperto. La TACV, dopo la privatizzazione della TAP non riuscirebbe più a risultare competitiva, in ordine ai prezzi e alla qualità del servizi  offerti da una nuova compagnia europea gestita da privati e organizzata in base alle regole del “libero mercato”. Da qui l’esigenza di prevenire un sicuro default attraverso l’operazione di privatizzazione della compagnia capoverdiana

  2. Con la privatizzazione della TAP terminerebbero i “privilegi” riservati a questa finora riservati per le comunicazioni aeree con Capo Verde (accordi in essere dal 1975 a seguito del termine della colonizzazione portoghese) , dando inizio ad una sana e paritetica competitività tra tutti gli operatori presenti nel settore della navigazione aerea, che potrebbero portare, come conseguenza, l’avvio dei collegamenti low cost, in particolare con l’Europa

  3. La TAP a differenza della TACV, fa parte di una delle maggiori alleanze mondiali (Star Alliance) che ha come obiettivo la facilitazione dei collegamenti aerei tra compagnie di diversi paesi e, una volta privatizzata saprà sicuramente ottimizzare ancor meglio i processi di code sharing e quanto altro connesso con lo sviluppo destinato ad aumentare il numero dei collegamenti e dei passeggeri trasportati. Un miglioramento della qualità di questi processi potrebbe spingere la “nuova” TAP a dare origine ad propria ed autonoma compagnia low cost da destinare soprattutto ai collegamenti con le località a vocazione turistica come  Capo Verde, le Canarie, il Mar Rosso e i Caraibi